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domingo, 13 de maio de 2012

Raivinha.

Praticamente todos os textos deste ilustre (HAHAHA) blog nascem de twittadas despretensiosas minha.  Nisso, em meio a links escrotos e cantadas vagabundas eu extraio algo que renda mais de 140 caracteres, esse foi mais um deles, enfim, vamos a ele:

Depois de quase ser atropelado por um carro que furou o sinal vermelho no meu retorno para casa após mais um dia, escrevi o seguinte twitter: 
- “Desejo mal a quase ninguém, exceto a quem fura o sinal vermelho e/ou para em cima da faixa.” - Com isso, parei para refletir sobre as coisas que realmente me tiram do sério, e cheguei a conclusão: SÃO VÁRIAS. Sendo que dois desses motivos estão constantemente no meu dia-a-dia, e eu compro briga de verdade, são eles:  Carro em cima da faixa/furando sinal e rodizio na raia(natação). Explico.
A partir de certa hora da noite, alguns motoristas se recusam a parar no sinal vermelho por julgarem o local o tanto quanto ~hostil~ , o que , na minha visão, é uma atitude egoísta(sem falar na obvia ~imprudência~, ~irresponsabilidade~)
Seguindo esse raciocino, eu na situação de pedestre tenho que me preocupar com o suposto perigo existente no local, com carro que fura os sinais e ainda me perguntar se eu sou o meliante da história.

Quem pratica natação em equipe sabe, nadar com mais de uma pessoa na raia = nadar em círculos de uma forma contínua = rodizio = ausência de paciência.

Dados os fatos, Vamo brincar de ter mais prudência no lado de lá, e menos pessoas nas piscinas no lado de cá? VALENDO!

terça-feira, 1 de maio de 2012

Flores de cimento.

Na incessante fuga de qualquer tipo de rótulo e discriminação precoce, continuo procurando sarda me coçar.
Nesses dias eu vi uma propaganda de certa marca de cimento em um ponto de ônibus, A foto ilustrava um cara com capacete de obra no meio de duas loiraças, com o seguinte slogan: “Cimento Campeão, Você usa todo mundo reconhece!”.

Ok, Isso não era pra ser reconhecido pelo o patrão/engenheiro/fdp , não? Óbvio que eles não iriam perder a analogia com a fama dos pedreiros para com as mulheres.
Ok, Mas na seleção de atores, qual era o perfil do pedreiro? Óbvio que o perfil que eles buscam é ~rústico~ , barba por fazer e peludo.

Ok, Mas imagina o cara da agência ligando para a agência de cênicas:


-  Véi, tou precisando de 3 atrizes super gostosas e 1 pedreiro.
- Ok, Tem uma cara aqui que é perfeito para o ~papel de pedreiro~.
Só pra registro.


quinta-feira, 29 de março de 2012

CFO - Coerência, formada e oficializada.

O CFO é considerado um dos cursos mais disputados em toda universidade que se preze e aqui na UFPB não é diferente.
Vejo nego tentando 1, 2, 3, 4 e até 5 vezes a aprovação no curso de formação de oficiais. E depois de várias tentativas finalmente conseguem a tão sonhada chance de ingressar na academia.
Esse é o momento de raspar a cabeça, festejar com os familiares, tomar uma grande com os amigos e reclamar do saláriOH WAIT!

Recapitulando para entendermos melhor: O cara faz cursinho no Classe A, Ambrósio Elias – matérias isoladas(tou dando nome aos bois para um sujeito se tocar) e o caralho de asa. Estuda exaustivas horas seguidas, tenta várias vezes o êxito na prova e quando finalmente consegue passar, a primeira coisa a se fazer é reclamar do salário.
Tipo, ninguém aqui é tapado pra falar que a categoria não merece aumento, afinal eles arriscam a vida pela a sociedade. Mas, assim, eles sabiam quanto iam receber quando se sacrificaram tanto pra passar, enfim...

Isso é tão coerente quanto uma mulher que sai de casa com um vestido minúsculo e fica abaixando pra não aparecer nada.

Coerência. A gente ver por aqui!

quinta-feira, 22 de março de 2012

Criminalidade na Paraíba em decadência... Idealística.

Seguindo a linha de “raciocino” do último post (confira clicando aqui), continuo a tentar decifrar a cabecinha dos fora-da-lei de plantão.
Dessa vez me peguei diferenciando os criminosos de acordo com a sua região geográfica de origem, (pra ter uma noção dasidéia) e cheguei a uma conclusão inútil e nada definitiva, enfim, vamos a ela:

O perfil dos “môfis” daqui de João Pessoa segue a linha ~amedrontadora~ , ou seja, eles querem ser temidos pela a sociedade, e consequentemente serem conhecidos por todos.(culminando em aparições no ilustríssimo programa Correio Verdade.)


Já o perfil dos criminosos paulistas, por exemplo, é brilhantemente definido pelo o rapper paulistano Projota na música Rezadeira. Acompanhe o vídeo abaixo até a altura 2:40 (depois disso ela vira um melodrama sem proporções.)

Portanto, Se liga aí que é hora da revisão: hoje cheguei a conclusão que os meliantes pessoenses buscam o mais fácil, o que está dentro da realidade dele.(uma herança maldita sem fim.)
Os paulistanos por sua vez, atribuem a sobrevivência como o motivo principal por cometer delitos.

domingo, 18 de março de 2012

Traindo o movimento.

Como bom (desempenho off) praticante de atividade física, gosto de correr regularmente, e exerço esse hobby aqui pela orla do Bessa mesmo.
Dito isso, todos sabem que a criminalidade não para de crescer na capital paraibana, assim como no Brasil. Atribuo a minha frequência no local como motivo principal por ninguém “bulir” comigo.
E, assim, Eu não sou nenhum playboy, nunca fiz questão de usar essas porras de jacarézinho e garsazinha no peito, mas não abro mão de ter um bom new era na cabeça. E só!
Excepcionalmente, numa fatídica terça pela manhã eu fui fazer minha atividade matinal, só que dessa vez eu fui correr com um óculos novo (um pouco mais vistoso) e um tênis, também recém-comprado. (leia a próxima frase imitando a voz do locutor da propaganda da OI ligador, pfvr) PRONTO, AGORA EU SOU UM TRAIDOR!
Acho que isso foi suficiente pra que eu passasse para um patamar mais elevado, a partir daquele momento eu mudei de classe social. Eu virei oficialmente o alvo, ou seja, a movimentação dos môfi’s era intensa.
Eu já havia mudado minha percepção sobre os roubos de hoje em dia, e isso foi confirmação. Explico.
Eu “vejo” meliantes cometendo roubos em pessoas que, na concepção deles, merecem ser roubadas. Por terem muito, ou por esnobar, nem sei. Mas eu observo que o desejo do ladrão de possuir o objeto está perdendo espaço para o merecimento da vitima em perdê-lo.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Patriotismo desnecessário!

É tempo de carnaval, época do pecado, da “desordem” e da liberdade. Muitos aproveitam o feriado para viajar e conhecer os maiores carnavais do país, e diversidade é que não falta. Recife e Olinda com seus inconfundíveis blocos de rua, Rio de Janeiro e São Paulo com os desfiles das escolas de samba, enfim, tem pra todos os gostos.

Particularmente já viajei para vários lugares nessas datas festivas, inclusive nesse carnaval. E uma coisa que me irrita bastante (seguindo a linha do blog, claro) é o exerço do patriotismo em cidades terceiras.
Quer dizer, O cidadão olha o Catálogo, assiste a vídeos sobre o lugar, simpatiza, gosta do que viu e acaba indo visitar. Chegando ao lugar desejado, a primeira coisa que o individuo faz é o que? Colocar aquela camisa com o brasão do seu estado, boné e uma bandeirinha na mão com as cores características da terra natal.


– Alivia ae, é turismo, poxa! –

Que seja turismo. Eu até entendo a identificação com sua terra natal, Mas se você é tão patriota assim porque não curte as praias/baladas/feriados no seu lugarzinho amado?
Será que o cara não consegue só curtir o lugar visitado sem tentar alavancar o seu próprio? Isso me parece um peso de consciência por ter sido “infiel a sua terra”, tipo:


- Eu não passei o feriado na minha terra natal, mas estou aqui com essa bandeira representando, elevando minha terra a outro nível. Viu, conterrâneos...


Certa vez fui passar o réveillon em Pipa-PN, 2007/2008 mais precisamente. Lá todo mundo se concentra na rua principal da cidade, aguardando a proximidade da meia noite para descer em mutirão para praia. No meio desse processo, avisto uma bandeira enorme da Bahia em um mastro de quase 5 metros de comprimento.
Fico imaginando o que se passa na cabeça desse cidadão ao fazer a mala para viagem:

Serpentina? Confere!
Câmera digital? Confere!
Cuecas limpas? Confere!
Bandeira do meu estado de 7 metros quadrados com um mastro de Cinco de comprimento? CONFERE!


Aí você me manda deixar esse pessoal em paz, e eu ainda continuo dizendo o mesmo de sempre para eles: não me matem de vergonha!

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Como curtir as prévias pessoense sem restrições.

As prévias de carnaval da capital pessoense é um dos mais divertidos da região, (mesmo sendo o estado da Rachel Oportunista Sheherazade) diferentemente do carnaval em si, que é pobre.
O pré-carnaval daqui é riquíssimo, dentre as várias atrações o diferencial fica por conta dos blocos de rua: Muriçocas do Miramar (O segundo maior bloco do mundo), o tradicionalíssimo "Cafuçú" e o "irreverente Virgens de Tambaú". Muita gente tem receio de ir aos blocos de rua, um dos motivos é o aumento da criminalidade e principalmente o baixo nível da decoração... A “classe” dos frequentadores, a ausência de desenvoltura estética. Vocês entenderam.
Abaixo descreverei brevemente cada um dos mais importantes blocos das prévias pessoense e provarei que tudo é questão de ponto de vista, que uma imagem pré-requisitada pode mudar toda essa distorsão. Essas dicas vão principalmente para os marmanjos alcoólicos de plantão, e ensina como extrair o máximo de cada bloco do Folia de Rua 2012:


Picolé de Manga - Mulheres de baixo poder aquisitivo e com ebriedade exalando.
O que beber? Cerveja e/ou "marvada", de preferência da saudosa marca: Pitú.


Virgens de Tambaú: Um espetáculo para as mulheres, lugar onde elas expõem o seu lado lésbico (a gente sabe que vocês têm.), ou seja, o fim da incessante busca pela sensibilidade que elas tanto procuram em nós.
O que beber? Run e/ou Cerveja!


Muriçocas do Miramar: O mais seleto de todos do Folia de Rua, (não proporcionalmente) As Muriçocas é aquele bloco que todo mundo vai, aquele que você reencontra amigos da infância e do ensino médio. Recomendo acompanhar os mais de 8 trios elétricos que são bastante animados. Além de divertidíssimos, a subida da avenida lhe dará condicionamento. Hehe
O que beber? Caipirinha/caipifruta e/ou cerveja!


Cafuçú: O charme do centro da capital paraibana é o diferencial do bloco. Apesar de que, em minha opinião, o "dificil" acesso ao centro da cidade limita a presença do público, sem falar nas ruas estreitas. Mas presumo que a mudança de local tiraria o glamour, a "classe" do bloco.
O que beber? Cafuçú é daquelas farras que é proibido tomar cerveja, sério. É indicado destilados e principalmente vinho.