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terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Shitting and walking, unfortunately!

Eu não fui e não sou aquele jovem que quando mais novo pensa: “Quando crescer vou casar, ter filhos e um bom emprego”.

E penso se isso tem relação com a suposta “Geração Perdida” e a anarquia das músicas/músicos dos anos 90(minha época), mas às vezes credito ao destino que não fez absolutamente nada (olha que eu acredito em destino). Alias Muita gente fala sobre essa geração como “Juventude Perdida” e eu discordo totalmente, e uso de um argumento atual e simples para negar tal afirmação: a candidata do PV (Partido Verde) á Presidência do Brasil, Marina Silva, explico porque...

Dos mais 19 milhões de votos conquistados por ela grande parte se encaixou na faixa etária entre 20 e 30 anos, aí eu lhe pergunto: Qual a principal proposta/idéia/clichê da Marina Silva? Aí eu lhe respondo: Desenvolvimento Sustentável/Responsabilidade Ambiental, ou seja, com a maioria de votos de jovens e suas propostas consistindo em Aquecimento Global essa tal “Juventude Perdida” inconseqüente teria se manifestado de maneira tão preocupada, unida e revolucionária?

Mas voltando ao foco do post, por não ter escolhido um futuro tão “American Dream” (eu me fiz essa pergunta esses dias...) Teria eu tomado a escolha errada? Porque, eu sou feliz, mas felicidade consiste em dinheiro e conquistas profissionais/materiais e conjugais. E como vocês viram no “quem sou eu” do blog eu sou funcionário público, a palavra “público” já responde muita coisa, outro dia li o comediante @MuriloGun dizer algo que concordei dei RT e tinha que repetir aqui: “Quando você se tornar funcionário publico você fecha duas portas, uma é da pobreza e a outra é a de riqueza.” E me recordo também de assistir o Zach Braff em “The Last Kiss” dizer que queria “surpresas” em sua vida isso explicando uma fuga de um casamento perfeito.

Portanto, Escrevendo esse post cheguei à conclusão que na flor da minha idade ainda não decidir nada a respeito... Mas não aparento pressa nem disponibilidade, o que é ruim...

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Teoria da repetição

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), estima-se que 10% dos brasileiros sofrem de algum tipo de deficiência auditiva, ou seja, aproximadamente 2.000.00 de pessoas, mas muita gente utiliza da deficiência para disfarçar certa lentidão de raciocino e usam a palavrinha monossílaba mais usada no mundo para “ganhar tempo”, o bom e velho: “hã?” mais conhecido como: “não entendi, pode repetir!?”.
Com isso pensei no desconforto que é ficar repetindo frases no meio dos diálogos.

Problema - Cheguei à brilhante conclusão que existem palavras que repetidas em determinadas ocasiões geram certo desconforto, Por exemplo: você vai comprar algo na farmácia, padaria que seja na conclusão da compra você solta um educado e inofensivo “Obrigado!” o funcionário rebate com um inesperado “oi?” ... Pra você repetir um agradecimento com o mesmo entusiasmo e veracidade é quase impossível, exceto se essa simulação ocorresse com o Wagner Moura, John Depp entre outros atores geniais.

Solução - A dica que eu dou é simples e direta, quando se deparar com um “surdo” use sinônimos: “Boa Sorte na sua prova amigo!”... “O quê?” ... “Deus te abençoe na prova”... “ahh brigado”
Assim você sai da situação incômoda e ele vai fazer a prova com o todo poderoso.

surdo, instrumento indispensável em escolas de samba e bandas marciais.

domingo, 2 de maio de 2010

Liberdade Auditiva

Na capital paraibana virou moda ouvir música nos coletivos como em todo o lugar, cada um com seu fonezinho individual curtindo o som numa boa, só que aqui existe uma diferença primordial, nos ônibus de João Pessoa a música é ouvida nos alto falantes externos fazendo com que todos os passageiros sejam obrigados a ouvir tal música. Não sei se eles querem mostrar a potência do seu celular ou expor seu gosto musical.
Particularmente adoro música, mas gosto de selecionar minuciosamente as minhas diferentemente desses Dj’s de coletivos que além da música de baixíssimo nível (moralmente falando) eles se iludem que acham que estão agradando privando as conversas e atrapalhando as reflexões típicas de viagens de volta pra casa.
Isso me fez imaginar: a Epitácio Pessoa como uma vitrola de 12 km e os ônibus representando o CD: ao passar um coletivo o individuo pede parada, no abrir das portas ouve-se a música (faixa) se não for do agrado ele não sobe e espera uma faixa suportável, “tcha na na na ”, “creu”. Etc.

Aumentando assim os motivos existentes para não se pegar um ônibus como: lotação, ar condicionado, veículo antigo... E música ruim.