Eu não fui e não sou aquele jovem que quando mais novo pensa: “Quando crescer vou casar, ter filhos e um bom emprego”.
E penso se isso tem relação com a suposta “Geração Perdida” e a anarquia das músicas/músicos dos anos 90(minha época), mas às vezes credito ao destino que não fez absolutamente nada (olha que eu acredito em destino). Alias Muita gente fala sobre essa geração como “Juventude Perdida” e eu discordo totalmente, e uso de um argumento atual e simples para negar tal afirmação: a candidata do PV (Partido Verde) á Presidência do Brasil, Marina Silva, explico porque...
Dos mais 19 milhões de votos conquistados por ela grande parte se encaixou na faixa etária entre 20 e 30 anos, aí eu lhe pergunto: Qual a principal proposta/idéia/clichê da Marina Silva? Aí eu lhe respondo: Desenvolvimento Sustentável/Responsabilidade Ambiental, ou seja, com a maioria de votos de jovens e suas propostas consistindo em Aquecimento Global essa tal “Juventude Perdida” inconseqüente teria se manifestado de maneira tão preocupada, unida e revolucionária?
Mas voltando ao foco do post, por não ter escolhido um futuro tão “American Dream” (eu me fiz essa pergunta esses dias...) Teria eu tomado a escolha errada? Porque, eu sou feliz, mas felicidade consiste em dinheiro e conquistas profissionais/materiais e conjugais. E como vocês viram no “quem sou eu” do blog eu sou funcionário público, a palavra “público” já responde muita coisa, outro dia li o comediante @MuriloGun dizer algo que concordei dei RT e tinha que repetir aqui: “Quando você se tornar funcionário publico você fecha duas portas, uma é da pobreza e a outra é a de riqueza.” E me recordo também de assistir o Zach Braff em “The Last Kiss” dizer que queria “surpresas” em sua vida isso explicando uma fuga de um casamento perfeito.
Portanto, Escrevendo esse post cheguei à conclusão que na flor da minha idade ainda não decidir nada a respeito... Mas não aparento pressa nem disponibilidade, o que é ruim...
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