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quinta-feira, 29 de março de 2012

CFO - Coerência, formada e oficializada.

O CFO é considerado um dos cursos mais disputados em toda universidade que se preze e aqui na UFPB não é diferente.
Vejo nego tentando 1, 2, 3, 4 e até 5 vezes a aprovação no curso de formação de oficiais. E depois de várias tentativas finalmente conseguem a tão sonhada chance de ingressar na academia.
Esse é o momento de raspar a cabeça, festejar com os familiares, tomar uma grande com os amigos e reclamar do saláriOH WAIT!

Recapitulando para entendermos melhor: O cara faz cursinho no Classe A, Ambrósio Elias – matérias isoladas(tou dando nome aos bois para um sujeito se tocar) e o caralho de asa. Estuda exaustivas horas seguidas, tenta várias vezes o êxito na prova e quando finalmente consegue passar, a primeira coisa a se fazer é reclamar do salário.
Tipo, ninguém aqui é tapado pra falar que a categoria não merece aumento, afinal eles arriscam a vida pela a sociedade. Mas, assim, eles sabiam quanto iam receber quando se sacrificaram tanto pra passar, enfim...

Isso é tão coerente quanto uma mulher que sai de casa com um vestido minúsculo e fica abaixando pra não aparecer nada.

Coerência. A gente ver por aqui!

quinta-feira, 22 de março de 2012

Criminalidade na Paraíba em decadência... Idealística.

Seguindo a linha de “raciocino” do último post (confira clicando aqui), continuo a tentar decifrar a cabecinha dos fora-da-lei de plantão.
Dessa vez me peguei diferenciando os criminosos de acordo com a sua região geográfica de origem, (pra ter uma noção dasidéia) e cheguei a uma conclusão inútil e nada definitiva, enfim, vamos a ela:

O perfil dos “môfis” daqui de João Pessoa segue a linha ~amedrontadora~ , ou seja, eles querem ser temidos pela a sociedade, e consequentemente serem conhecidos por todos.(culminando em aparições no ilustríssimo programa Correio Verdade.)


Já o perfil dos criminosos paulistas, por exemplo, é brilhantemente definido pelo o rapper paulistano Projota na música Rezadeira. Acompanhe o vídeo abaixo até a altura 2:40 (depois disso ela vira um melodrama sem proporções.)

Portanto, Se liga aí que é hora da revisão: hoje cheguei a conclusão que os meliantes pessoenses buscam o mais fácil, o que está dentro da realidade dele.(uma herança maldita sem fim.)
Os paulistanos por sua vez, atribuem a sobrevivência como o motivo principal por cometer delitos.

domingo, 18 de março de 2012

Traindo o movimento.

Como bom (desempenho off) praticante de atividade física, gosto de correr regularmente, e exerço esse hobby aqui pela orla do Bessa mesmo.
Dito isso, todos sabem que a criminalidade não para de crescer na capital paraibana, assim como no Brasil. Atribuo a minha frequência no local como motivo principal por ninguém “bulir” comigo.
E, assim, Eu não sou nenhum playboy, nunca fiz questão de usar essas porras de jacarézinho e garsazinha no peito, mas não abro mão de ter um bom new era na cabeça. E só!
Excepcionalmente, numa fatídica terça pela manhã eu fui fazer minha atividade matinal, só que dessa vez eu fui correr com um óculos novo (um pouco mais vistoso) e um tênis, também recém-comprado. (leia a próxima frase imitando a voz do locutor da propaganda da OI ligador, pfvr) PRONTO, AGORA EU SOU UM TRAIDOR!
Acho que isso foi suficiente pra que eu passasse para um patamar mais elevado, a partir daquele momento eu mudei de classe social. Eu virei oficialmente o alvo, ou seja, a movimentação dos môfi’s era intensa.
Eu já havia mudado minha percepção sobre os roubos de hoje em dia, e isso foi confirmação. Explico.
Eu “vejo” meliantes cometendo roubos em pessoas que, na concepção deles, merecem ser roubadas. Por terem muito, ou por esnobar, nem sei. Mas eu observo que o desejo do ladrão de possuir o objeto está perdendo espaço para o merecimento da vitima em perdê-lo.