Subscribe

RSS Feed (xml)

Powered By

Skin Design:
Free Blogger Skins

Powered by Blogger

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Teoria da repetição

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), estima-se que 10% dos brasileiros sofrem de algum tipo de deficiência auditiva, ou seja, aproximadamente 2.000.00 de pessoas, mas muita gente utiliza da deficiência para disfarçar certa lentidão de raciocino e usam a palavrinha monossílaba mais usada no mundo para “ganhar tempo”, o bom e velho: “hã?” mais conhecido como: “não entendi, pode repetir!?”.
Com isso pensei no desconforto que é ficar repetindo frases no meio dos diálogos.

Problema - Cheguei à brilhante conclusão que existem palavras que repetidas em determinadas ocasiões geram certo desconforto, Por exemplo: você vai comprar algo na farmácia, padaria que seja na conclusão da compra você solta um educado e inofensivo “Obrigado!” o funcionário rebate com um inesperado “oi?” ... Pra você repetir um agradecimento com o mesmo entusiasmo e veracidade é quase impossível, exceto se essa simulação ocorresse com o Wagner Moura, John Depp entre outros atores geniais.

Solução - A dica que eu dou é simples e direta, quando se deparar com um “surdo” use sinônimos: “Boa Sorte na sua prova amigo!”... “O quê?” ... “Deus te abençoe na prova”... “ahh brigado”
Assim você sai da situação incômoda e ele vai fazer a prova com o todo poderoso.

surdo, instrumento indispensável em escolas de samba e bandas marciais.

domingo, 2 de maio de 2010

Liberdade Auditiva

Na capital paraibana virou moda ouvir música nos coletivos como em todo o lugar, cada um com seu fonezinho individual curtindo o som numa boa, só que aqui existe uma diferença primordial, nos ônibus de João Pessoa a música é ouvida nos alto falantes externos fazendo com que todos os passageiros sejam obrigados a ouvir tal música. Não sei se eles querem mostrar a potência do seu celular ou expor seu gosto musical.
Particularmente adoro música, mas gosto de selecionar minuciosamente as minhas diferentemente desses Dj’s de coletivos que além da música de baixíssimo nível (moralmente falando) eles se iludem que acham que estão agradando privando as conversas e atrapalhando as reflexões típicas de viagens de volta pra casa.
Isso me fez imaginar: a Epitácio Pessoa como uma vitrola de 12 km e os ônibus representando o CD: ao passar um coletivo o individuo pede parada, no abrir das portas ouve-se a música (faixa) se não for do agrado ele não sobe e espera uma faixa suportável, “tcha na na na ”, “creu”. Etc.

Aumentando assim os motivos existentes para não se pegar um ônibus como: lotação, ar condicionado, veículo antigo... E música ruim.